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Imprensa « Geral « Vinhos Encosta do Sobral – Setenta hectares de vinhas na Junceira e na Serra já produzem vinhos de g

2004-05-14
Geral

Vinhos Encosta do Sobral – Setenta hectares de vinhas na Junceira e na Serra já produzem vinhos de g

«Nos últimos tempos muitos proprietários de várias regiões de Portugal, aproveitando os ventos de feição dos programas comunitários VITIS, investiram na reestruturação e plantio de novas vinhas, com castas seleccionadas e criando vinificação própria e marcas próprias de vinhos de qualidade. Para muitos o tempo das adegas cooperativas já deu o que tinha a dar, já que muitos ficaram paradas, a dormir na sombra, nem investindo nem incentivando aquém lhes leva a matéria-prima que podiam e deviam investir na reestruturação das vinhas, de forma a quem se dedica laboriosamente à vinha consiga pelo menos algum lucro.
Com agrado acedemos ao convite para na Sala Ogival do Terreiro do Paço, nas instalações da VINIPORTUGAL, paredes meias com o Ministério da Agricultura, assistirmos ao lançamento dos vinhos Encosta do Sobral, Produzidos nas freguesias da Serra e Junceira. Finalmente alguém no concelho de Tomar se lembra de investir na agricultura e a par de outros produtores de vinhos da região, já com boas provas dadas e que estão a conquistar o seu lugar; lançar para o mercado nacional e internacional, vinhos de qualidade produzidos na nossa região, que levam consigo nos rótulos das garrafas o nome da terra - Tomar. Carlos Sereno, apesar da sua vida profissional em Lisboa, não se esqueceu da sua terra e apostou forte das suas potencialidades, com ele seguem-no os filhos. (...) Nos finais da década de 90 procedeu a uma reestruturação dos vinhedos, com novo encepamento e emparcelamento, chegando hoje aos 70 hectares. Numa região em que os terrenos têm "milhentos donos", não é fácil agrupar esta área para se chegar aos 70 hectares. Imagine-se o que é comprar 240 artigos matriciais diferentes, procurar os donos, fazer as escrituras. Só por si este trabalho daria logo vontade ao mais afoito de desistir, mas a família Sereno não desistiu e foi para a frente, plantou as vinhas, nas encostas soalheiras pertencentes às freguesias da Junceira e Serra; fez adega nova, equipada com a mais recente tecnologia e os seus vinhos com marca própria aí estão. Para se afirmar e conquistar os paladares mais exigentes. Num mercado tão competitivo como o vinho, em que há mais de 2.000 marcas de vinho, é de louvar estas iniciativas pelo emprego e desenvolvimento que vem criar na zona, pois muitos destes terrenos se não tivessem tido este aproveitamento, estariam condenados a serem plantados de eucaliptais, ou a estarem para aí abandonados, prontos a serem consumidos pelos fogos dos verões. Investir no cultivo e fabrico do vinho, mesmo com os apoios da UE, é sempre um investimento de risco, com retorno de capital sempre duvidoso, ano após ano. Uma incógnita.
Os vinhos Encosta do Sobral foram apresentados com pompa e circunstância perante mais de 100 convidados, na sala de visitas, provas e ponto de venda que é a Sala Ogival da VINIPORTUGAL (associação inter profissional que promove os vinhos portugueses no mercado nacional e internacional).
Segundo os proprietários da Encosta do Sobral Sociedade Agricola Lda., estes vinhos (branco, tinto e rosé), querem ser uma referência na produção, com vinho de qualidade, apostando na primeira fase nas vendas do mercado nacional e depois "atacar" o mercado internacional. Falaram da equipa que consegue fazer estes vinhos com amor e arte, já que sem amor e arte não se conseguem vinhos de qualidade. Falou de seguida o Prof. Eng.º Carlos Lopes docente no Instituto Superior de Agronomia, já que a Encosta do Sobral fez um protocolo com o meio científico e académico para consultoria, elaboração de projectos, definir tecnologias vitícolas, formação, programas experimentais de acompanhamento e ensaios. De verdade a associação do meio académico com o empresarial e neste caso, de uma área que não pode passar só pela teoria mas que tem de ter a pratica, é de realçar.
Os solos onde se encontram as vinhas, são muito parecidos, na sua composição, com os solos do Douro (xistosos) situados a uma altitude de 300 metros com uma amplitude térmica entre os 5 e os 35 graus, com predominância de poucas chuvas na altura da colheita das uvas. (...)
Quanto às tecnologias de vinificação são a bica aberta, com controlo de temperatura de fermentação para os brancos e a curtimenta com prolongadas macerações., para os tintos. Os estágios dos vinhos decorrem nas caves da adega em barris de carvalho francês e americano.
Os vinhos que agora chegam ao mercado são da colheita de 2002 e, como as vinhas ainda são muito novas a produção ainda é pequena, comparando com o que a Encosta do Sobral irá produzir no futuro, quando as videiras estiverem já no seu estado adulto de desenvolvimento.
Do Encosta do Sobral branco, produzido com as castas Fernão Pires, Arinto e Malvasia, por sinal um vinho excelente, aromático e de boca prolongado, foram produzidas 5.500 garrafas. Quanto ao tinto, feito na sua maior parte com a casta Castelão (80%) e 20% de Cabernet Sauvignon, foram engarrafadas 5.000 garrafas de um vinho com um grande aroma de fruto silvestre, elegante na boca e final de boca longo e persistente a precisar de mais uns tempos de garrafa para arredondar os seus taninos, já que o vinho dado à prova, saiu dos barris à pouco tempo, ou seja é muito jovem. Quanto ao Rose , é feito da casta Castelão e Camarate e é um vinho excelente para os apreciadores de vinhos mais leves, neste caso com 12,6% vol. E foram engarrafadas 2.500 garrafas.

Congresso da Sopa
Estes vinhos que já estão a chegar ao mercado poderão ser provados gratuitamente no próximo Congresso da Sopa, já que a Encosta do Sobral junta-se ao leque de produtores engarrafadores que habitualmente marca presença neste evento.
Se por acaso for de visita até à Serra de Tomar, não deixe de parar no lugar do Outeiro e de ver como de terrenos onde por vezes o eucalipto é rei, se consegue com garra e tenacidade, dar uma beleza à região contribuindo para a sua não desertificação. Diz a família Sereno, já com um filho e filha seguidores desta área e a formarem-se superiormente em agronomia que "é da terra que vem tudo".
A Encosta do Sobral faz parte da Rota da Vinha e do Vinho do Ribatejo - Percurso IV - Tesouro Manuelino - Castelo dos Templários - Adega 25 e há possibilidade de visitas e provas com marcação prévia(...).»

Jornal Cidade de Tomar, António Freitas, 14 de Maio de 2004, página 12

Vinhos Encosta do Sobral – Setenta hectares de vinhas na Junceira e na Serra já produzem vinhos de g




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